Grand Theft Auto é violência (Quase) gratuita que transforma as pessoas em Serial Killers?

Ahhh, boa e velha terça feira! Não que acabe aqui a semana, mas amanhã é a comemoração dos 10 anos da escola que eu frequento- Um dia secante e sem aulas que não vai mudar nada se eu faltar- E depois de amanhã é logo feriado, portanto tecnicamente tenho um fim-de-semana (2 dias seguintes sem ir á escola! Iuhu!) enfiado no meio da semana!

E para comemorar, agora que cheguei a casa e já posso tirar uma folga deste período duro de testes que eu tive, aproveito assim para realizar um pequeno post discutindo sobre GTA (Leia-se Grand Theft Auto abreviado), a famosa saga de videojogos conhecida por muitos pelo seu excesso de drogas, sangue, pornografia, palavrões e cenas exessivamente violentas ao ponto de fazerem a maioria das pessoas que ouvem falar do jogo ou vêem em demonstração na Fnac espantarem-se, taparem os olhos da criança mais próxima  e soltarem o típico comentário “A juventude de hoje está perdida!” ou algo do género.

E porquê este post? Esclarecendo-me melhor, ontem eu estava a ler alguns comentários sobre o Grand Theft Auto IV e deparei-me com um site sobre o sistema de avaliação de jogos classificados como +18- Obviamente incluíndo GTA nesse conjunto- E eu, curioso, decidi ver o que falavam do GTA IV… E o texto da página resumia-se a praticamente descrever que GTA IV era um jogo desnecessário, sujo e horrível, sendo assim resumido a um produto totalmente desnecessário na indústria dos jogos. Logo, após procurar um pouco por mais alguns sites, descobri um destaque de um jornal- Que era o New York Times, se não estou em erro- Que declarava que o GTA ao ser um jogo que decorre em Liberty City (Uma paródia de Nova Iorque, basta procurar um pouco no Google que logo se entende isso) é algo tão ofensivo a uma das cidades mais importantes de sempre, tanto que seria como se o Halo, um outro jogo de tiroteio, decorresse na Disneylândia.

Após esta comparação, foi difícil a tentação de esperar desde ontem até hoje para começar a escrever este post… Afinal, é GTA algo assim tão violento e sujo? Merecerá assim tanta censura? Será tudo isso desnecessário ou  uma medida extremamente importante para “impedir” a divulgação deste horrível produto?

Veremos…

Grand Theft Auto, criado pela popular produtora de jogos Rockstar, teve a sua primeira versão lançada em 1997, sendo um jogo semi-3D visto de cima onde o objectivo era basicamente… Bem, roubar carros e fazer missões em um ambiente totalmente livre situado numa cidade chamada Nova Io… Hããã, digo, Liberty City. Até á altura nada de altamente polémico com isso, afinal não passava de um “top-scroller” com gráficos maus e sem realismo menhum, certo?

Bom, não que me custe admitir que mesmo com as várias falhas, que para a época não eram poucas, eu ainda divirto-me bastante a jogar o primeiro GTA hoje em dia. E seremos justos, o primeiro GTA não tem nada do que faz o GTA hoje em dia tão polémico, tirando alguns palavrões e a violência de se poderem atropelar pessoas e ainda ganhar-se pontos por isso, o que realmente gerou alguma “pouca”  polémica na época.

Polémica essa que, embora possa ter feito a diferença entra a opinião de muitos na época,  não é praticamente quase menhuma á que o GTA representa hoje em dia.

Dois anos depois o segundo jogo da série, GTA 2, é lançado. Embora em questões de violência, palavrões e polémica se tenha mantido ao mesmo nível do primeiro GTA, o jogo em termos de qualidade evoluíu bastante, tendo gráficos bem melhores do que o seu antecessor, além de um mapa, embora um pouco mais reduzido, bastante variado em comparação com o original. Mesmo assim o nível de violência não chegou a aumentar em praticamente nada… Bom, digo, haviam mais veículos para poder atropelar pedestres de maneiras diferentes, mas de resto pelo menos quase nada mudava.

Ou seja, no geral, os dois primeiros GTAs eram tão violentos como um filme do Winnie the Pooh, comparado ao que dizem ser hoje em dia. Claro, a possibilidade de atropelar pedestres genéricos era o surficiente para provocar um certo “aué” na época, mas tal como eu já disse umas duas vezes, essa polémica não é nada que se compare…

… Após o lançamento do GTA III.

Pela imagem acima com borrões de sangue espalhados pela rua já explica muito, mas aprofundamo-nos mais, GTA III foi considerado o pai dos videojogos quando foi criado… E um dois mais polémicos de sempre.

E é aqui que toda a grande polémica com Grand Theft Auto se começa a desenrolar.

Em primeiro lugar, o GTA III permite muita mais liberdade do que os seus antecessores, não só por ter deixado de ser em semi-3D visto de cima e por adquirir uma câmara mais “dentro da acção”, mas também por ter muitas mais opções e muitos mais lugares para ir e explorar, com a inclusão de tanques, barcos e entre outros- E mais destruição e pânico para causar. GTA III foi lançado em 2001, época do famoso atentado de 11 de Setembro, e após o mundo ter sido horrificado com isso, não é de espantar que no mesmo ano um jogo que permita matar civis por pura diversão seja imediatamente censurado!

Agora vamos pensar por um minuto: Grand Theft Auto desde o começo que têm a possiblidade de ser um jogo livre, onde o jogador têm a liberdade de fazer o que bem entender, quer seja atirar carros ao rio, atropelar pedestres, iniciar tiroteios com polícias ou simplesmente passear pelas ruas de Liberty City enquanto se admira a bela construção gráfica do jogo. Logo, Há que se dizer: Se o jogador quizer ser um mass murder e matar milhares de vidas inocentes para poder sorrir por um minuto, então está livre para fazer isso… Se quizer fazer missões de taxista entre as ruas, juntar-se á polícia e lutar contra os criminosos que assombram as ruas de Liberty ou até tonrar-se um motorista de ambulância e salvar as vidas de desgraçados que estejam a ter ataques cardíacos, ganhando uns dolarzinhos extras. Ou seja, por outras palavras: O jogador sempre pode optar por fazer o bem ou o mal. Claro que para desbloquear novos lugares na cidade e novas sub-missões o jogador têm que fazer as missões do modo de história, que é o principal do jogo… Mas intressante será analizar a história do jogo: Em menhum momento demonstra Claude, o protagonista, como uma pessoa intressada em matar vítimas inocentes para se divertir. Sim, na sua história inicial ele pretençe a um gangue que começa precisamente no GTA III a assaltar um banco, ideia em que Claude obviamente participa… Até ser traído pela sua namorada, Catalina (A chefe do gangue), tornando-se assim arqui-inimigos, deixando o gangue e partindo pela busca de uma forma de vingança.

Uma história de vingança pode ser considerado algo extremamente violento, mas veremos de uma maneira mais concreta, pelo caminho de se vingar daquela bastarda, Claude anquila diversos gangues perigosíssimos, mata diversos criminosos, salva bastante pessoas e inclusivamente chega a arrriscar a sua própria vida ao enfrentar Catalina para salvar a sua (Nova e decente) namorada, Maria.

Se enfrentar um monte de capangas e poder correr o risco de ser morto só por causa de uma rapariga é algo típico de um criminoso, então há que-se admitir, se eu ouvir algum namorado a dizer para uma rapariga “Ó miuda, és tão gira que eu morria por ti!” a primeira coisa que eu vou fazer é telefonar para a GNR e informar do perigosíssimo homicida que ali se encontra.

Por outras palavras: Embora a história demonstre Claude como uma pessoa violenta, também demnstra-o ao mesmo tempo como um herói que luta pela justiça. E quanto ao jogo dar liberdade de matar o primeiro idiota que se meter na mira enquanto se passeia pela rua?

Então veremos por outro ponto de vista: E se não pudesse? Seria melhor? Então falaremos de outro detalhe que se adiciona a matar pessoas inocentes: Sempre que se fizer isso, excusado será dizer que a polícia vem atrás do jogador, tanto que existe ao lado do símbolo da arma que o jogador está a usar no canto superior direito seis estrelas, que representam o nível de esforço que a polícia vai fazer para apanhar jogador, estrelas essas que estarão apagadas ou amarelas conforme a porcaria que o jogador fizer:

Se menhuma estrela estiver iluminada é porque a polícia não está minimamente intressanda no jogador.

Se 1 estrela estiver amarela é o nivel mínimo de vontade que a polícia tem de lutar contra o jogador, geralmente disparado quando se agride ou mata-se uma pessoa na rua com um polícia por perto, ou quando vai-se a conduzir feito maluco a bater em carros e a atropelar pessoas. Nesse nível um polícia a pé vai atrás do jogador com um cacetete apenas tentando detê-lo e prendê-lo.

Se estiverem 2 estrelas amarelas, que ocorrem se um jogador apontar uma arma a um polícia ou mata um polícia, as coisas começam a ficar piores… Dois ou mais carros da polícia seguem o jogador, os polícias irão disparar com pistola e tentarão matar o jogador.

Se estiver com 3 estrelas amarelas, que ocorrem se após ficar com 2 estrelas o jogador começar a matar mais polícias, mais carros da polícia apareçem, começam a bloquear as ruas e vêem helicópetros atrás do jogador… E por aí até ao nível final de 6 estrelas onde vêem carros do FBI, carrinhas da SWAT, montes de helicópetros, camiões militares e até mesmo tanques. Pode soar algo sádico e péssimo, mas veremos, ao mesmo tempo que o jogo deixa fazer atos horríveis… O jogo também demonstra as suas consequências.

E confiem em mim, nem sempre são boas, tanto no jogo como obviamente na vida real.

Mas também, há que se dar um desconto, afinal o jogo foi lançado em 2001… Pouco tempo depois do ataque do 11 de Setembro. Claro, não é de espantar que um jogo que permita matar civis seja bem aceite após tamanho desastre, ainda para mais com a versão beta do jogo.

Antes do jogo saír, obviamente houve uma versão beta  (Um protótipo do jogo, se procurarem um pouco pelo Youtube logo encontram isso), versão beta essa que incluía missões para um personagem chamado Darkel, que envolviam entre elas instalar uma bomba numa carrinha de gelados para atraír pedestres inocentes e depois explodi-la, enfiar uma bomba num autocarro escolar e expoli-lo com crianças no seu interior e até uma missão onde se rouba um Dodo (Leia-se nome do único avião do jogo) e atirava-se contra um prédio.

É, defacto, não era das melhores coisas para estar num jogo após o 11 de Setembro… E embora nada disso tenha estado na versão final do jogo, excusado será dizer que deixou uma grande marca ao ser revelado pela Rockstar. Se essas missões tivessem no jogo final aí sim, não custava aceitar como violência desnecessária… Mas é claro que nunca seria possível, tanto que a Rockstar têm consciência da diferença entre uma forte polémica e uma POLÉMICA DE CORTAR A GARGANTA ATÉ FECHAREM OS ESTÚDIOS Á FORÇA, certo?

Bom, talvêz antes de lançarem após o GTA III a sequela que de certa forma é uma prequela, GTA Vice City, eles tivessem noção.

Então vamos começar por rever alguns conceitos: Liberty City desde o primeiro GTA que deixa claro ser uma paródia a Nova Iorque. Mas seremos justos, tanta Liberty City já enjoa, certo? Então a Rockstar, simpática com os fãns, decidiu criar Vice City, uma história passado nos anos 80 na cidade de mesmo nome… Claro, sendo Vice City uma cópia descarada de Miami.

Então, se a polémica quanto a Nova Iorque em um jogo destinado a matar pessoas, excusado dizer que em Miami não decorreu muito melhor. E mais polémica para variar, não só pela quantidade de veículos novos que permitiam coisas ainda mais violentas (Olhem para o tanque acima, não é muito mais violento do que o Rhino do GTA III?), mas também por agora o jogador poder controlar montes de barcos novos, motas, bastantes helicópetros e até um hidro-avião, o que significa que a violência do jogo agora espalhou-se pelos céus! Cruzes-credo!

E não só, haviam muitos mais palavrões- Não que seja difícil, não haviam quase menhum no GTA III… Mas aqui era mil vezes pior…- e montes de armas variadas desde serras elétricas até gatling guns. Então, hora de pensar por mais um pouco: O GTA III foi considerado um jogo mais violento por dar liberdade demais ao jogador, liberdade essa com a possibilidade de fazer coisas horríveis. E aqui? Bem, aqui é dada ainda mais liberdade! Logo, mais opções para fazer coisas horrorosas e escandalosas!

Então, se f0rmos notar com atenção, a polémica de Grand Theft Auto desde o GTA 1 até aqui tem crescido simplesmente por havarem cada vêz mais opções do que fazer no mundo aberto destes jogos. Então é intressante: Quanta mais liberdade, mais se pode fazer o mal- Ou o bem! Então, será a polémica culpa a liberdade que a Rockstar ofreçe aos jogadores… Ou culpa dos jogadores que aproveitam mal o jogo e usam a liberdade para fazer o mal?

Deixarei isso para o fim do post.

Sucesso, dinheiro e lucros. Era o que definitivamente não faltava á Rockstar naquele momento, e obviamente não demorou para lançarem um novo título para a série… Grand Theft Auto- San Andreas, o que há algum tempo poderia ser considerado o GTA mais famoso de sempre.

San Andreas decorre nos anos 90, entre o Vice City e o GTA III. A história fala sobre CJ, AKA Carl Jonhson, um rapaz que após viver por uns bons anos em Liberty City volta ao seu lar em Los Ange- Hãã, corrigindo, Los Santos, num pequeno bairro. Bairro esse sendo a típica Cracktown, onde a cada beco na rua encontra-se uma prostituita ou um drogado a vender cocaína e cada 5 em 10 pedestres na rua possuem uma pistola ou uma submetrelhadora. CJ volta a esse horrível lugar para ir ao funeral da sua mãe, e após ver no horror que se tornou a sua cidade de origem, CJ decide ficar por lá em busca de conseguir mudar aquele desastre, voltar a fazer com que a sua família e os seus amigos se tornem pessoas de respeito e que a sua cidade natal saia do estado miserável que se encontra.

É isso que faz a história do San Andreas destacar-se: Não é a história de um ricalhaço que vêm a uma cidade negociar drogas ou a um ex-membro de um gangue que procura a sua “vendetta”, é sobre uma pessoa que se encontra com a vida praticamente devastada e necessita de seguir em frente. Claro que essa história e essa cracktown são só o começo, á medida de que o progresso do jogo decorre, o jogador pode visitar vários lugares de Los Santos (Que tal como Vice City é uma paródia de Miami e Liberty City é uma paródia de Nova Iorque, Los Santos é uma paródia de Los Angeles), incluíndo a parte rica e famosa da cidade com famosíssimos monumentos que lembram bastante Los Angeles (Por exemplo, o Griffith Observatory e o Capitol Records). Eu que já fui inclusive á própria Los Angeles, senti-me lá de novo a o ver as gigantescas letras brancas a dizerem “VINE”WOOD no topo de uma montanha. É lindo passear por Los Santos e observar a reprodução exata do que provavelmente é uma das cidades mais belas do mundo.

E não pensem que Los Santos é a única cidade do jogo!  Logo ao lado encontra-se Las Venturas, uma cidade cheia de casinos que obviamente referencia Las Vegas, logo ao pé de Las Venturas encontra-se Bone Country, uma cidade inspirada no Chile que inclui até uma Área 51 e ao pé de ambas as 3 cidades existe San Fierro, uma mini São Francisco!

Ou seja, San Andreas é praticamente uma ilha com os melhores lugares da América! Não é preciso dizer o tão fabuloso que isso é, certo?

E mais, como com certêza a área entre as cidades é enrome e álguns helicópetros e um hidroavião obivamente nunca dariam para voar rapidamente entre ambas as cidades, então a Rockstar ofreçe aos jogadores DÚZIAS DE AVIÕES DIFERENTES para sobrevoar os céus de San Andreas, desde pequenas aeronaves, até caças militares- Isso claro, passando por jatinhos, Boeings e até um avião de sulfatar!

Um avião de sulfatar terrenos em um videojogo! Agora sim, já vi de tudo na Terra!

Porém, por mais espetacular que seja, o jogo incluí o mesmo “problema”: Mais possibilidades para os jogadores realizarem, mais meios de espalhar o mal. Mais meios de desfrutar a cidade, mais meios de ser mau.

Após o lançamento de San Andreas, advinhem o que aconteceu: Com toda a popularidade, foi lançado assim dois ótimos jogos, Liberty Ciy Stories e Vice City Stories, sendo respectivamente prequelas do GTA III e do GTA Vice City, com a diferença de que foramj lançados para a Playstation Portátil! Ou seja, agora quem quizesse divertir-se a matar pedestres e a atropelar polícias podia fazer isso na palma da sua mão e levar isso no seu bolso! E os que ainda tavam com um Game Boy Advance na época não ficavam para trás, tanto que também foi lançado um “Grand Theft Auto Advance”, sendo um jogo decorrido em Liberty City MAS com a qualidade gráfica do primeiro GTA, também visto de cima… O que era uma verdadeira vergonha, mas era o melhor que se podia ter para quem não tinha dinheiro para mais na época.

E após 2006, quando saíu o Vice Ciy Stories (O meu primeiro GTA, e um dos meus favoritos) a Rockstar ficou parada durante 2007 inteiro, á espera do seu momento de contra-atacar lá para os finais de 2008- Quando é lançado o mais recente, e agora sim, o mais popular título da saga.

E provavelmente o jogo mais polémico de sempre:

Deparamo-nos no ano de 2007, após todos os outros GTAs. Niko Bellic, um soldado europeu reformado das guerras da Jugoslávia, viaja para Liberty City, em busca de ir viver com o seu primo, Roman Bellic, que declara nos e-mails que manda a Niko ser um ricalhaço que vive o sonho americano, em uma mansão cheia de ferraris rodeado de raparigas e com aquele ecrã de 400 mil polegadas que todos nós gostávamos de ter na sala de estar.

Claro que, ao Niko chegar a Liberty City, decepção! A “mansão” era um bloco de apartamento T0 (Uma casa com cozinha, casa de banho, sala e quarto juntos em uma só divisão), a única rapariga era a paixão de Roman- Uma secretária do esritório dele chamada Malorie- E ele realmente tinha um monte de carros… Mas nada de ferraris, era só porque era o dono de uma companhia de taxis. Ou seja, o jogador espera encontrar a vida Playboy que sempre sonhou e depara-se com a vida Crappyboy que sempre tentoi evitar na realidade. Decepção? Nada disso, é algo que realmente acrescenta desafio ao jogo, por motivar o jogador alcançar os desejos iniciais de Niko Bellic…

… Se a história não tivesse cheia de twists. Vlad, um mafioso de baixa classe que se considera o patrão de Roman, tenta sempre “roubar” a Malorie para ele apenas para humilhar Roman, o que realmente deixa Niko furioso. Após tanta humilhação fazer Roman entrar em fase de negação, Niko passa-se e mata Vlad.

Apenas para deixar o seu primo feliz.

E cá temos uma coisa raríssima em um GTA: Um personagem que luta apenas para provar a fieldade e amizade com uma pessoa, mesmo após ser trapaceado violentamente! O que demonstra que, mesmo que Niko Bellic seja uma pessoa super violenta que não teria problema em matar um patrão desgraçado, ao mesmo tempo demonstra-se fiel e protector!

Mas não acaba aqui! Nesse momento em que Roman assasina Vlad ele acaba por revelar que na verdade tinha vindo a Liberty City em busca de um dos seus antigos colegas da tropa que traíra o seu esquadrão e levara á morte de quase todos do grupo, apenas sobrevivendo três- Sendo o traídor um deles, o Niko Bellic outro e… Bem, o resto seria dizer spoilers demais. Quem estiver intressado basta procurar um pouco no Google, a história é boa demais ao ponto de ser impossível de ser suprimida em pouco tempo. Só digo que a história dá tantas voltas que o jogador até se poderá esqueçer que está a jogar um Grand Theft Auto.

Mas vamos falar sobre a violência do jogo, que é o que realmente importa.

A violência é para além de impressionante.

Quando se dá um tiro em um personagem, o graficismo do sangue é espetacular. Quando se atropela uma pessoa, o sangue fica borrado na frente do carro, podendo até sujar os vidros. O sangue escorre por todo o lado quando aolguem é atingido, e se essa pessoa morrer uma poça de sangue forma-se das maneiras mais variadas possíveis sobre o seu cadáver. E não é só o sangue, as explosões são biliões de vezes mais realista. Quando se realiza uma explosão, qualquer elemento do cenário perto da explosão é projectado a quilómetros de distância com resultados incrivelmente realistas. Também se podem queimar pessoas, por exemplo, se fujirem de um carro em fogo e vê-las a serem literalmente queimadas vivas. E já não aconteçe mais disparar para uma pessoa, a pessoa ficar só com um mínimo de vida e depois fujir como se não fosse nada, aqui a pessoa fica literalmente meio que a rastejar-se com uma mão no lugar do tiro, e se por acaso levar outro de novo, ainda é capaz de ficar um pouco vivo… Antes de morrer em menos de um minuto, enquanto fica de olhos abertos e esbugalhados meio a respirar, rodeado de sangue e a tremelicar brevemente, deitado no chão.

E é esse um dos principais motivos pelas quais GTA IV é considerado um dos títulos mais violentos da história das consolas: Pela sua quantidade extrema de violência gráfica. Então, agora pelo que eu faço soar, GTA IV é a coisa mais violenta e mais desnecessária do mundo apenas servindo para incentivar pessoas a tornarem-se serial killers, certo?

Errado!

Ao contrário do que possa pareçer, o realismo do GTA IV faz uma coisa compeltamente do que certas pessoas podiam esperar… GTA IV mostra o HORROR disso. Porque seremos justos, por mais que nos consideremos duros ao ponto de nos podermos exbir por ter feito um montão de missões e ter morto um monte de capangas genéricos, há que se admitir: Qualquer jogador do GTA IV já hesitou e deixou escapar “acidentalmente” PELO MENOS 1/8 dos pedestres. Não se armem á durões, sei que nem que seja uma vêz após termos morto aquele idiota genérico na BurgerShot, termos disparado com uma shotgun para ele até o coitado caír o chão e observarmos a morte lenta dele… Aprendemos que a violência real não é algo tão giro assim. Aprendemos que não é cool ver a morte de desgraçados genéricos. GTA IV demonstra, sobertudo, a violência desses atos… E demonstra as péssimas consequências que podem ter, como saír de coração, no mínimo, um pouquinho rachado do Net Café por matar a atendente e ver a emboscada de polícias que nos espera á porta.

Agora, alguém que considere o GTA o jogo mais porco, mais violento e mais sujo do mundo provavelmente vai dizer “Mas que ideia mais estúpida, não ouviste a história daqueles que roubaram não sei quantos carros sei lá onde porque jogava GTA… E o outro que tentou matar não sei quem e esse também jogava GTA…” então pensemos, a cara hora no mundo milhões (Senão biliões) de pessoas jogam Grand Theft Auto. Ora, sempre existirá um ou outro caso de pessoas que, tomando como base o Grand Theft Auto, tornam-se criminosos e decidem roubar carros. Mas pensem bem, isso são um ou dois entre MILHARES DE MILHÕES.

Quanto mais famoso fôr algo, sempre vão ser mais pessoas que usam esse “algo” para o mal. Contando com os jogadores de GTA existentes que no total dariam uma quantidade astronómica da população mundial, é de espantar que tão poucos tenham errado no conceito de videojogo e o levado para a vida real. Grand Theft Auto é mais de que um jogo: É uma obra prima. O jogador é posto em um mundo, com a liberdade de fazer o que quizer quando bem entender, e poderá-se culpar alguém por isso? É um universo espetacular, é algo que faz parte de uma consola e não da vida real. Não é porque um miúdo de 12 anos joga Grand Theft Auto se torne um assaltante e no dia seguinte roube um helicóptero e o atire contra o departamento da polícia (Isto é… Se o miúdo conseguir sequer levantar vôo com o helicóptero). GTA dá a possibilidade ás pessoas de desfrutarem de um mundo imaginário. NÃO É UM MUNDO REAL. Acho que certas pessoas que consideram GTA algo extremamente violento esqueçem-se disso. Tanto que, até tenho as minhas dúvidas quanto ao GTA ser um jogo acima dos 18 anos: Por mais que seja violento, com palavrões e fortes referências a droga e a sexo, a maioria das pessoas que se intressam pelo Grand Theft Auto (Tomando em base certos colegas meus, a partir dos 9 ou 10 anos- E não é uma piada) já sabem a diferença entre o que fazer e dizer na vida real e o que fazer num videojogo. E se alguém fôr dizer que nessa idade as crianças ainda não estão preparadas para isso, a resposta é simples: Será que os pais sequer preparam-as e educam-as?

Porque é a única explicação para alguém imitar o Grand Theft Auto. Não são as crianças que são jovens demais, são os pais que são burros demais para os educar e explicar-lhes a vida real.

Quando me mostrarem provas concretas, como um gráfico cientificamente comprovado que dem0nstre que cada 5 em 10 das pessoas que jogam Grand Theft Auto começam a roubar carros e a matar pessoas na vida real, então aí sim, eu acredito que o GTA seja um forte ponto de influência da criminalidade á volta do mundo. Até lá, eu vou continuar a jogar como sempre joguei os meus GTA 1, GTA 2, GTA III, GTA San Andreas, GTA Liberty City Stories, GTA Vice City Stories, GTA IV e GTA Episodes from Liberty City, e continuar a esperar para poder comprar o GTA Chinatown Wars e o GTA Vice City.

E antes de eu me despedir, deixem eu dizer uma coisa quanto ao senhor jornalista que comparou o facto do GTA IV se passar em uma Nova Iorque como se fosse um Halo passado na Disneylândia: Hmmmm, há que se concordar, afinal defacto Nova Iorque é tal como a Disneylândia, uma cidade sem qualquer tipo de violência, sendo pacifista e com baixos níveis de criminalidade, certo?

Sim, pois.

E nada mais tenho a dizer.

Agora toca a actualizar o Transformers Blog, já são quase férias de verão e não posto lá nada desde a páscoa…😛

15 Respostas to “Grand Theft Auto é violência (Quase) gratuita que transforma as pessoas em Serial Killers?”

  1. Parabéns pelo excelente post com pés e cabeça acerca de um assunto tão complexo. A violência juvenil, por ser algo que deixa os adultos extremamente nervosos e perplexos, tem sido alvo de muita especulação e justificado de muitas maneiras, geralmente através de fenómenos culturais, sejam o cinema, a música, a televisão ou, o mais recente bode expiatório, os videojogos. Mas a verdade é que nada pode ser visto tão preto no branco quando se tratam de fenómenos de massas (algo que referes, e muito bem). Quando foi do massacre de Columbine, em 1999, música e videojogos foram postos em causa para justificar as acções de dois jovens que assassinaram a sangue friam, aterrorizaram e se suicidaram no fim de um massacre numa escola secundária que ficou na história. Mas a verdade é que milhões de jovens continuaram a jogar os mesmo jogos e ouvir as mesmas músicas sem pegarem sequer numa arma quanto mais marcharam para uma escola a espalhar horrores como aconteceu nesse dia. Não podemos ser ingénuos ao ponto de pensar que a exposição à violência não tem consequências. Tem. Mas a principal consequência é a indiferença perante a violência, que é também uma consequência de ver noticiários todos os dias e ninguém fala em diminuir a violência desses. E a indiferença nem sequer é necessariamente o primeiro passo para cometer violência (basta conhecer um bocadinho acerca de serial killers para ver que alguns faziam precisamente actos que sabiam que iam chocar). Pode ser que depois da indiferença se entre num caminho que leve a cometer actos violentos, claro, mas a estrada não é de sentido único e não é a única estrada sequer. Acho que todas estas questões foram muito bem abordadas no teu artigo e espero que saibas a distinção entre ficção e realidade (que mutas vezes falta, mesmo nos adultos).

  2. Legal teu post!!!!Comcordo com você em tudo,mas pra min depende MUITO do pisicologico da pessoa,pois se uma pessoa com um pisicologico normal,que sabe distinguir entre o real e o ficticio,só por jogar um jogo,não vai por ai realizar uma matança em geral,realizar HORRORES,MATAR TODO MUNDO,DESMENBRANDO E DECAPITANDO,ROUBAR CARROS E ATROPELAR MEIO MUNDO,mas uma pessoa que não tem muita noção do real e ficticio,que tem problemas mentais,talveis faça isso.Eu sempre joguei jogos violentos,mas nunca me tornei uma pessoa violenta em minha vida,em alguns momentos já tive vontade de bater numa pessoa,mas nunca fiz isso,pois não era certo,nem legal fazer isso.
    E Henrique tu é muito legal,mas quando é que você vai atualizar seu outro blog?

    Adeus,que a força esteja com você!!!!

  3. AAAAAAAA!!!!!E o primeiro gta ocorre nas cidades de liberty city,vice city e a cidade,não estado,de san andreas!!

  4. E o 2 é em Anywhere City!!!

  5. […] e que já fiz um mega-post sobre a suposta má influência de roubar carros em um mundo virtual aqui, no meu outro Henri Blog,  já posso relaxar um pouco e conseguir actualizar o meu antigo, […]

  6. É muito fácil dizer que aqueles (principalmente pais) que são contra GTA só falam besteiras e são moralistas. Difícil é estar no lugar deles, preocupado o tempo todo com as más influências que cedo ou tarde os filhos receberão, tentando descobri-las e corrigi-los. Eu não tenho filhos, só tenho 23 anos e só pretendo ter um daqui a no mínimo 10 anos, mas posso imaginar que só tendo filhos é que saberemos o que é sentir essa preocupação.

    Dizer que é só os pais darem boa influência e pronto é uma opinião muito simplista. Os pais (quase) sempre tentam, mesmo assim algumas pessoas se tornam o que o “mocinho” do jogo GTA é: um bandido. Por mais que os pais tentem, eles não podem impedir que os filhos recebam más influências e a maioria das pessoas do mundo são influênciáveis. Portanto, um jogo como GTA pode, sim, ser uma má influência.

    Eu já joguei GTA pra conhecer e realmente é um jogo bem feito. Mas o enredo estraga tudo. Se se tratasse de um jovem agente se envolvendo com traficantes, mas com o objetivo de PRENDÊ-LOS, seria diferente. Mas é apenas mais um bandido querendo destaque e destruir as gangues inimigas. Nem de brincadeira deveríamos nos sentir no lugar dessa escória.

  7. Não sei como a Justiça dos EUA (e de qualquer outro país onde esse tipo de jogo tenha sido feito) permite o lançamento. Aliás, eu DEDUZO que haja muito suborno por trás disso. Talvez por parte das gangues, a elas seria interessante que as crianças das periferias se interessassem desde cedo pelo conteúdo de GTA.

  8. E recentemente vi um documentário sobre video games na TV e mostraram um jogo absolutamente RIDÍCULO. Nesse jogo, do estilo de Duke Nukem e Doom, você é um psicopata com uma serra elétrica que caça prostitutas. Eu vi cenas daquele jogo, absolutamente ridículas. Uma coisa é você ser Duke Nukem esquartejando alienígenas, outra é ser um doente mental serrando mulheres inocentes.

    Pelo que sei, esse jogo nunca foi lançado no Brasil. Mas não é só no Brasil, acho que em nenhum país do mundo deveria ser lançado. Ser liberal não é permitir TUDO, é permitir aquilo que não traga ameaças à ordem geral, mas jogos assim podem trazer com toda certeza.

    • Boas, é sempre bom ver alguém que ao menos demonstre argumentos sólidos do que invés disso choramingar porque o filho da vizinha da avó da neta do cachorro do amigo da primária do colega de trabalho da tia anda a espancar miúdos na escola e também joga GTA (Logo assumindo que É TUDO CULPA DE UM JOGO e que a Terra seria um lugar muto melhor se a Rockstar nunca tivesse existido), portanto digo logo que sinto-me honrado por você não ser mais um desses patetas, e agradeço por demonstrar a sua visão do assunto sem acabar com um placar a dizer “Salvem as criancinhas!”.

      Bom, não fazia a menor ideia desse tal jogo do “The Prostitution Chainsaw Massacre”, se assim poderemos chamar, mas há que dizer, é algo completamente estúpido. Definitivamente, por mais que eu nunca tenha sido contra jogos com sangue, prostituitas e serras elétricas, fazer um jogo que misture ambos (E que não revoluciona em nada a indústria) é algo completamente desnecessário. Praticamente um jogo feito para demonstrar que os produtores não se importam de desperdiçar dinheiro na engine gráfica de estripas a voarem. Isso sim, é um jogo que eu não recomendaria para crianças e muito menos pessoas que se intressem por algo, no mínimo, com pés e cabeças.

      Agora, eu não vejo maneira alguma de Grand Theft Auto se comprar a esse jogo. Pelo que você descreveu, tudo demonstra que é algo feito á toa apenas para se “divertirem” a matar prostituitas, e eu não duvido da sua palavra… Mas Grand Theft Auto, não importa qual deles seja, têm uma história. E se você considera a história praticamente de bandidos a aniquilar outros gangs, então eu pergunto: Você realmente JOGOU Grand Theft Auto, digo eu, sentando pelo menos duas ou três horas a fazer missões e a observar a história? Porque não me pareçe muito que sim. Claro, é inegável que as histórias de qualquer um falam de bandidos criminosos que aniquilam os gangs adversários… Mas em menhum momento fazem isso por poder ou pela fama. Os “bandidos” (Senão heróis) de GTA lutam pela honra e pela paz. Claro, se fôr tomar em base uma ou outra curta durante as missões e defenir isso como a história geral, é a mesma coisa que pegar em diremos, 50 pirulitos que estejam cada um em uma embalagem branca e irreconhecível, provar 1 deles e dizer que todos os outros têem o mesmo sabor: Não se sabe. Se você acompanhar toda a história do GTA, então aí sim, é compreensível entender porque os personagens de GTA são heróis
      E suborno por detrás de GTA? Se as gangues quizessem influenciar crianças haveriam muitas maneiras mais fáceis e violentas do que por videojogos. E mesmo assim, se acha que é assim TÃO FÁCIL subornar as pessoas para o lançamento de GTA, então deixe eu avisar que um jogo não é como um filme. Se um dia você quizer fazer um filme e vender ao público pode simplesmente gravar uma porcaria qualquer, enfiar em um DVD e enfiar á venda em uma loja qualquer que aceite. Claro, as probabilidades de alguém sequer notar na capa de DVD farsolas enfiada num monte de coisas é minima, e é obvio que a qualidade não será das melhores, mas não é impossível, porque filmes fazem-se facilmente (Mesmo que o resultado final seja uma porcaria). Agora um simples joguinho demora TEMPO a fazer, e uma pessoa não consegue simplesmente enfiar um numa loja um jogo, ainda mais algo enorme e com muito trabalho como GTA. Claro, um DVD pode ser enfiado facilmente, mas um jogo necessita de passar pelos revisores, pelos programadores, pela ESRB e por muitas outras revisoras que indiquem se o conteúdo do jogo é realmente legal. Ora, por mais dinheiro que a Rockstar e as gangues possam ter, duvido muito da possibilidade de subornarem revisões inteiras de videojogos, pois desde o começo da produção até ser exposto nas lojas sempre estarão literalmente CENTENAS de grupos, autoridades e pessoas a vigiarem e a observarem todo o conteúdo do jogo desde o começo ao fim. E confiem em mim, grande parte deles são mais ricos do que a família Yakuza inteira e pode ter a certêza que sabem mais do que é apropriado e não é do que qualquer pessoa que condena uma franquia inteira pelo que ouviu falar e pelo pouco que jogou.

      E finalmente, GTA é um jogo violento? Isso é inegável. Mas seremos justos, todos nós temos dias na nossa vida em qualquer idade onde nos tornamos agressivos e violentos ou simplesmente chateados com uma fúria mais poderosa da que a do Hulk. Então, onde é que deveremos descarregar essa violência? Em um jogo ou na vida real?

  9. Bruno, penso que você tem razão. Eu mesmo tenho um filho com 7 anos que mantenho dentro de uma bela redoma de vidro (nem deixo ir para a escola, não) e ele não é violento. Atrasado mental, sim, mas nada violento. É nosso dever como pais escudá-los das coisas que os possam magoar ou seduzir (como a violência, as serras electricas e as prostitutas… por isso não deixo a mãe dele visitar). Eu até nem sou muito contra a violêcia gratuita. Mas, pô! 70 dólares pelo GTA não é gratuito! Estão mechendo no meu bolso!

    Hiram

  10. esse é o maior post que eu ja vi na minha vida(to traumatizado até agora)
    mas voltando ao caso,concordo plenamente com você a liberdade não esta errada são a maioria das pessoas que em vez de matar um poco e depois fazer atitudes para policia,hosptal,taxitas,ect.vivem a só desfrutar da violencia do jogo,eu sei disso porque tenho um primo que nunca fez nenhuma missão do jogo,ele só gosta de passear pela cidade e matar qualquer um que entrar na mira da arma.

  11. este blog é da hora mas nao tem muita coisa interesante, sobre gta san andreas sobre pig man,serial killer, discos voadores,monstro no aero poirto abandonado,monstro do lago ness é td verdade mas nao é muito interessante no jogo nao basta de bug!!! de felipe.A.M

  12. uma arma que nao tem codido uma metralhadora giratoria em cima da ponte de sam fierrom pode tntar pegala a vontade mas nao vai conseguir so depois que abria a cidade de las venturas
    de felipe.A.M

  13. essa e a coisa mais estupida que eu ja vi . gta e otimo uma das maiores e melhores series de jogos do mundo

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