Younger Warfare- Intro: Sticks & Stones

Posted in Uncategorized on Junho 14, 2011 by henriquedematos

“I know not with what weapons World War III will be fought, but World War IV will be fought with sticks and stones”

        Uma clássica frase dita por Albert Einstein. Uma frase que nos faz reflectir sobre onde é que este mundo vai parar com tantas guerras inúteis entre nós. Acho que é interessante aproveitar esta ocasião para analisar um pouco como era a guerra no passado. E a quão a humanidade parece ser idiota pela maneira de como aceita os erros do passado.


        Imaginem um tempo, há muitos anos, muito antes de Cristo… Bem, devemos supor que as guerras eram literalmente sticks and stones. Até que alguém se lembrou que teria vantagem quem tivesse o pau mais comprido ou a pedra mais afiada. Então o pensamento chegou mais longe e percebeu-se que atando uma pedra extremamente afiada ao topo de um pau comprido se formava uma lança, um novo objecto muito mais poderoso do que o pau e a pedra separados. E depois de se dominar o metal e fizeram-se objectos compridos e afiados chamados espadas que podiam cortar pessoas ao meio. E que tal se substituíssemos as pedras afiadas no topo dos paus e as trocássemos por pedaços de metal afiados e as usássemos juntamente com umas cordas e um outro pau para podermos criar um potente objecto chamado de arco que fosse capaz de, com um simples puxão para trás, atingir um inimigo que estivesse a alguns metros de distância? E porque não ir avançando desse mesmo modelo para ir criando com o tempo arcos mais poderosos que lancem a maiores distâncias? Ah, claro! E as pedras maiores sempre podem ser postas em “colheres gigantes” atadas em bases chamadas de catapultas para poderem ser lançadas a enormes distâncias! Wow! Se bem, que após algum tempo isso fica aborrecido demais… Então por quê, em vez de catapultas, não fazer objectos cilíndricos gigantes chamados de canhões que funcionassem com pólvora e onde metêssemos lá para dentro uma enorme bola e aquelas cenas fossem projectadas a distâncias absurdas? Isso sim, é revolucionário! Ah! Mas nada tão revolucionário como quando os Chineses conseguiram reduzir esses poderosos objectos a algo ainda mais poderoso e mais pequeno que não necessitasse de ser carregado por rodas para a batalha. Algo que pudesse ser simplesmente segurado nas mãos de uma pessoa e activado simplesmente carregando num botão. As armas de fogo. Inicialmente eram apenas arcabuzes e pequenas pistolas de pouca potência carregadas com pólvora, até passarem a ser usadas balas. E até passarem a poder voar cada vez mais longe. E até poderem a passar, em vez de ser bala a bala de cada vez, serem montes de balas quase ao mesmo tempo. Onde por cada vez que se carregava no gatilho saía uma bala sem ter que se recarregar, de uma maneira “semi-automática”. Ou até depois, onde por cada vez que se segurava o gatilho saíam montes de balas, tudo totalmente automático. E antes que pudéssemos dar conta, já estávamos na 1ª guerra mundial a matarmo-nos com caçadeiras e metralhadoras. E logo chegam as bazookas, as sub-metrelhadoras, as snipers, as espingardas de assalto. E consecutivamente as Magnuns, as M1911, as MP40, as Thompsons, as AKs-47, as Makarovs, as M16, as MP5K, as M4A1, as Barrets M82, etc. Enfim, O armamento moderno e covarde de hoje em dia. E claro que não pode esquecer os acessórios: Miras cada vez mais modernas… Red Dots… Scopes… Silenciadores… Grips… Lança-granadas… E quando notamos já estamos a matar sem vermos o que matamos. Já não estamos a atirar pedras e a bater com paus em inimigos. Estamos a disparar balas e a matar pessoas a metros e quilómetros de distância. Às vezes nem é preciso tanto, afinal sempre podemos simplesmente apertar um botão e uma cidade inteira é pulverizada sem sequer vermos. Mais ou menos um bocadinho como Hiroshima ou Nagasaki. Podemos estar simplesmente a distâncias absurdas da acção sentados num helicóptero a matar gente sem eles sequer saberem o que aconteceu depois de darem o último suspiro. Enfim… Num mundo com tantas armas inúteis espanta-me como tantos tenham esquecido da arma mais poderosa de sempre: o cérebro humano. A verdade é que com a descoberta de tantas maneiras de nos matarmos uns aos outros, é justo afirmar que essa arma regrediu. Bastante. E, pelo que eu vi, o cérebro tornou-se tão fraco ao ponto de achar bem matar por meros pedaços de chão e ideias diferentes que é difícil dizer se alguém ainda usa esta “caixinha misteriosa” para o bem. Tenho pena do cérebro. Muitos dizem que só usamos 20% dele e ninguém se preocupa em usar mais.


        É curioso falar disto, pois era exactamente com estas ideias que eu estava a vaguear em mente enquanto estava naquela altura, num estado meio adormecido, com a minha cabeça debruçada sobre os meus braços durante a aula de Geografia. Bem, nisto e também sobre quais deviam ser as próximas armas que eu ia modificar no Call of Duty. Oh a ironia! Que linda que era antes da setora interromper os meus pensamentos bélicos do nada e berrar-me nos ouvidos:


        -FÉLIX! ACORDA!


        Quando eu me levantei e vi que a minha tentativa de me isolar do mundo fracassou e que eu ainda estava na sala de aula, fiquei surpreendido ao ver que apenas alguns da turma estavam a rir-se de mim. Curiosamente apenas os meus amigos se riam. Pois são esses que se importam o suficiente comigo para notarem nas porcarias que faço. De resto os outros estavam, como sempre, a falar para o lado e a passar tudo no caderno, mesmo que não estivessem a ligar a nada ao que a setora dizia, enquanto as raparigas ficavam nos seus lugares a pintar as unhas com verniz (Maldito verniz com cheiro horrível… Nunca entendi a utilidade daquela coisa, nem acho que fique propriamente bonito…) e a mandar SMS para as amigas e para os namorados, como se a professora fosse cega e não estivesse a ver nada. Distraí-me tanto a olhar para os lados para ver as idiotices dos meus colegas que nem ouvi bem a setora depois de me acordar subitamente no meio da aula. Só me lembro do que ela nos disse depois de que eu fui forçado a prestar atenção:


        -… Também não se esqueçam de levar alimentação suficiente para 3 dias e roupas velhas. Bom, é tudo, espero que estejam prontos para a nossa visita humanitária de finalistas à África. Lembrem-se de estar na próxima sexta no aeroporto às 9 e meia…


        Sim. Nós íamos viajar até aos postos da ONU e assisti-los a prestar auxílio aos desafortunados da África como “viagem” de finalistas. Claro que quando me disseram no princípio do ano que íamos viajar para a África eu fui o primeiro a pedir aos meus pais para comprarem os bilhetes para a viagem, afinal achei mais que óbvio que dizer “Viajar para África” era a mesma coisa que dizer “Viajar para o Egipto”, afinal sabia lá eu que ia passar pela cabeça de alguém ir à África central. Afinal na próxima sexta feira, assim que a escola terminasse, tinha que meter-me num avião que me ia levar àquele maldito inferno. Pelo menos, era assim que devia ser.


        Lá tocou para a saída. Entre empurrões e confusão, era a última semana de escola e claro que todos nós nos despedimos uns dos outros, afinal visto que nem todos podiam ir a África no final, haviam alguns colegas eu nunca mais iria ver de novo. Grandes amigos, quase irmão entre nós, que nunca mais iria olhar nos olhos de novo. Depois das despedidas apressei-me para a saída, com tanta vontade de sair da escola que tive a enorme sorte de ir contra uma rapariga que estava a tirar as coisas do cacifo. Parecia um momento num daqueles filmes chatos de adolescentes dos anos 80. Dado as coincidências que aconteceram depois é realmente um desses filmes que lembra. Fui contra ela, dei-lhe um empurrão sem querer e escusado dizer qual foi a reacção dela:


        -Fosgase, olha mas é por onde andas!

        Eu olhei para ela por um segundo. Notei no facto interessante de que ela estava a usar uma T-shirt do Death Note. Congelei por um segundo, e rapidamente disse:

        -Hey, desculpa aí…

        E fui andando.

        O que é que essa rapariga tem de relevante sequer? Dar de frente com uma rapariga é algo comum de todos os dias. E supostamente ela seria mais outra mera parte do relevo, que eu nunca mais veria de novo.


        E foi assim que saí da escola naquela sexta: Feliz por finalmente acabar o 9º ano por um lado, e ao mesmo tempo por outro um pouco triste por deixar certos amigos para trás. Não que isso me estivesse a preocupar muito, afinal muitos dos meus amigos iam também no avião na sexta seguinte. Mal eu sabia que na verdade eu ia sentir mais a falta dos que iam comigo no avião do que os que ficaram para trás, pois ao menos eu sei que os ficaram por lá eu ainda posso ir ter com eles e sei que estão ok. Provavelmente neste momento estão felizes a jogarem os videojogos deles ou se calhar chocados com as notícias e ainda a tentar recuperar do susto que possa ser para alguns, mas comparado aos outros até estão ok. Mas os que estavam comigo… Não sei se me deverei culpar, mas é um pouco difícil falar deles.

        Espero que não tenha sido doloroso para eles e que agora eles estejam em um lugar melhor. Nunca acreditei muito no inferno e nem no céu, mas tal como Gil Vicente diria… Espero que para onde quer que seja que eles tenham ido, tenha sido de “bolsão” vazio.  Ao menos se eles tivessem conosco podiam ter sido apanhados nos horrores que se seguiram…


Airsoft: Necessitam delas porque senão VAMOS TODOS MORRER!

Posted in Uncategorized on Novembro 17, 2010 by henriquedematos

Muitos maníacos pelo mundo eram capazes de darem tudo o que têm (Desde um pedaço do corpo á sua própria família) para terem uma arma de verdade. Imaginem como era, poder assaltar bancos e ficar rico em minutos, meter-se em gangues e poder matar o “chefão” sem escrúpulos apenas porque a nossa arma é maior do que a dele ou simplesmente sair por aí em busca do Bin Laden e dos seus seguidores para se vingarem do que aconteceu com o World Trade Center… Ou bom, ia ser divertido nessas primeiras 4 horas (Salvo exagero) antes da polícia apanhar o portador da arma e essa mesma pessoa levar com um belo tiro que lhe fará reflectir antes do suspiro final: “No que é que eu me fui meter?!”.

É, defacto… Têr uma arma real não era assim tão fixe. Perdão aos tarados por armas que sempre sonharam em têr uma Desert Eagle real, mas fogo, não entendo para quê armas reais se não trazem nada mas problemas. Cada pessoa quando nasce já vem com a melhor arma do mundo- E pode ser uma frase velha e cliché, mas já desde a minha infância que o meu pai me ensinava e que eu concordo plenamente: A melhor arma que uma pessoa têm é a sua mente.

Palavras sábias, meus amigos…

E é aí onde entram as armas de airsoft. Não são reais e em vêz de dispararem balas reais apenas dispararam bolinhas laranjas, e não são feitas no sentido de serem “armas”, mas são modelos realísticos “bagarai” e realmente têm o seu nível de perigo. Ora, então assim para que é que esses modelos de armas existem? Descobriremos abaixo.

Neste momento uma pessa que não conheça armas de airsoft deve estar a perguntar-se a óbvia pergunta: Mas para que é que servem essas tais armas?

Então digo já que não são poucas as utilidades. Em primeiro lugar, podem servir apenas como mero meio colecionável. Por exemplo, se alguém um dia uma pessoa gostar de uma arma, por vêr um filme com ela, por jogar com uma em um jogo, ou simplesmente pelo valor histórico e obviamente não pode ter a arma real, estas réplicas que caracterizam a arma ao detalhe existem para isso mesmo. Imaginem só se têr uma AK-47 na parede do quarto não ia ser imponente! Qualquer pessoa que me visitase iria automaticamente considerar-me um deus e qualquer rapariga que viesse a minha casa iria ficar automaticamente apaixonada por mim!

Ou iria ficar cheia de medo, achar-me um psicopata e fujir para as montanhas na esperança de nunca se cruzar comigo de novo, mas enfim, há que se correr riscos…

Outra utilidade, a minha favorita, é simplesmente para usar. Claro, quando eu digo “usar” não digo para saír por aí a disparar com essas armas pela rua, digo algo mais pacifista: Algo como, por exemplo, montar um monte de alvos no quarto e praticar a acuracia com os BBs (As pequenas bolinhas de plástico, geralmente de 6mm ou em alguns raros casos de 9mm, incluídas com as armas para servirem de “balas” e também vendidas individualmente). Já fiz isso com alguns amigos e confiem em mim, rendeu umas ótimas horas de diversão! É sempre bom fazer alguma coisa para divertir quando se está em casa que não seja jogar Playstation ou passear pela net…

Ou um grupo de amigos pode simplesmente marcar uma batalha de tirinhos e divertir-se a disparem BBs uns contra os outros. Tal como é explicado em um clássico vídeo do Youtube, o exército é apenas um first person shooter com gráficos melhores mas só que sem nenhum ponto de spawn, ou seja: É uma b*sta. Mas com airsoft é diferente! Claro que, para ninguém se magoar em uma guerra de Airsoft, obviamente existe um vasto número de equipamento especial necessário para a brincaidera ser segura. Pesquisem um pouco no Youtube por guerras de Airsoft e verão o tão equipadas que são essas batalhas, e olhem que nunca participei de nenhuma… Mas se têm tantas coisas apenas para ser seguro, então aposto que deve ser bastante divertido!

E claro, finalmente a utilidade que eu mais gosto- Usá-las para filmes! Ao mesmo tempo que as pessoas mais se querem afastar da guerra, também mais as querem reproduzir na mídia! Então porque não fazerem os seus próprios Apocalypses Now ou Full Metal Jackets? Ou porque não uma recriação do momento final do Scarface? Ou porque não simplesmente deixar de tentar reproduzir outros filmes e inventar os seus próprios? Afinal com armas dá para misturar guerras, gangues, zombies, porrada, acção, zombies, violência…

Zombies…

Enfim, tá aí uma mão cheia de utilidades para uma arma de airsoft. Querem mais algum novo uso? Comprem e inventem!

Mas e agora com certêza vêm a tão velha pergunta: Mas as armas de Airsoft pdoerão ser consideradas um método de defesa pessoal?

Então aí depende do ponto de vista de um ninja: TUDO pode ser usado para a defesa pessoal. Tal como eu disse antes, a melhor arma de uma pessoa é a sua mente, e por exemplo… Se uma pessoa estiver atrás de um inimigo armado com uma AK-47 preste a virar-se para trás, e se a pessoa estiver apenas armada com um clipe de papel, pensem um pouco… Se em uma fracção de segundos fôr possível espetar o clipe no pescoço do inimigo até pode resultar! Claro, as probalidades de isso dar certo são mínimas… Mas bão, ao menos é algo bem pensado! Ou seja, o que eu estou a dizer é que com um pouco de imaginação, qualquer objecto pode ser usado para defesa pessoal, e obviamente que armas de airsoft não são exepção. Se uma pessoa tiver uma pontaria muito boa então ela pode conseguir cegar um bandido com um tiro no olho! E ainda pode dar um belo tiro no estômago daqueles que realmente magoam!

Ou seja: Pode servir, mas NÃO É um método de defesa pessoal. Se uma pesoa quizer uma arma de airsoft na esperança de que fique protegido, então esqueçam, uma faca de cozinha dá mais jeito. Uma arma de airsoft, mesmo não sendo propriamente um brinquedo, é apenas feita para a diversão, e não como um instrumento para fazer crimes. Pensem nisso duas vezes antes de comprarem uma arma de airsoft a pensarem que já podem ir para o Iraque matar pessoas!

Mas atenção, quando eu digo que não são um método de defesa pesssoal, não estou a dizer que não são perigosas. Um tiro mal direcionado ou um ricochete pode magoar seriamente uma pessoa. Claro que pode não ser o surficiente para impedir um bandido de roubar uma casa, mas definitvamente chega para magoar involuntariamente um amigo que não saiba brincar com essas coisas. Logo, é por isso que todo aquele equipamento das guerras de airsoft é necessário: Porque segurança vêm sempre em primeiro! O objectivo de armas de airsoft não é magoar pessoas!

Concluíndo, armas de airosft são um bom hobby para os tempos livres. Mas porque é que estou a escrever este post então? Porque já desde algum tempo que eu ando a colecionar estas “armas”, e porque também não sou o único. E pelo que eu tenho visto, aparentemente muitos rapazes da minha idade andam a intressar-se neste “desporto”, e pelos relatos que eu vi na net aparentemente quase metade deles entre os 13/17 anos têm uma arma de airsoft guardada debaixo da cama, que a mantêm-a como se fosse a sua última linha de defesa e como se não existisse uma amanhã sem elas.

Pra quê isso?

A única vêz na qual eu fui alvejado por uma arma de airsoft (Uma submetrelhadora inspirada em uma Uzi que eu comprei em Los Angeles, igualzinha a essa ao lado) foi por um mero erro meu, após eu ver que a arma não estava a disparar e encostei-a de frente á minha mão para ver se tinha algum BB encravado no cano enquanto eu acidentalmente carreguei no gatilho- Enfim, já devem supôr o que aconteceu- e devo dizer que o tiro que levei na mão foi uma “dorzinha” que não pode ser descrita sem uns bons palavrões, mas mesmo assim é algo que eu aposto que não me iria salvar de nada. Já disse acima e volto a repetir: Armas de airsoft não são feitas como meio de defesa pessoal!

Claro, podem não ser “brinquedos” propriamente ditos, mas a verdade é que armas de airsoft servem apenas como um meio de diversão. E perdoem-me pelas palavras, mas quem acha que pode se tornar um bandido com uma arma de airsoft é realmente um idiota. Atenção, não estou a dizer que quem considera as armas de airsoft perigosas ou é contra elas é um idiota (Senão assim estaria a ofender injustamente metade da minha família), simplesmente digo que quem as considera poderosas o surficiente para salvarem a sua própria pele realmente devia parar um pouco e pensar duas vezes quanto á sua arma de airsoft.

Atenção, eu não estou a dizer “ARMAS DE AIRSOFT SÃO MEROS BRINQUEDOS E NÃO FAZEM MAL, COMPREM E DISPAREM CONTRA OS VOSSOS AMIGOS Á VONTADE”, pois também já vi tantos maus usos para armas de airsoft que nem sei se prefiro os que acham-as a coisa mais poderosa do mundo ou os que simplesmente não sabem o poder destas coisas. Coisas idiotas desde praticar tiro ao alvo com cães- Sendo os cães literalmente o alvo- Até exprimentar a mistura de um isqueiro com as que disparam com gás estão espalhadas pela internet, e sempre que eu apanho alguma coisa dessas no Youtube e vejo os comentários a dizerem “LOL u r awusom” fico com vontade de ir ter com as pessoas que considerem as armas de airsoft como armas reais e dizer como as entendo.

Logo, concluíndo: Querem colecionar armas de airsoft? Boa, vão em frente! Mas pensem duas vezes antes de as aplicarem. É apenas um aviso ao muitos dos patetas que eu vi espalhados pela mídia!

Gangs Of London (PSP)

Posted in Jogos on Julho 12, 2010 by henriquedematos

Gangs of london

Antes de mais nada, quero dizer que só foi este ano que comecei a jogar Grand Theft Auto (Na qual o meu post anterior foi dedicado). Claro, eu adoro jogos de free roaming e parece extremamente tentador saír por ai a roubar carros e aviões para atirar contra as pessoas, mas mesmo assim antes nunca tinha tido lá muito intresse por isso. E agora alguém pergunta “Ó Henrique, porque é que raios estás a falar de Grand Theft Auto se pelo título do post trata-se de um jogo completamente diferente?

Porque todos dizem que Gangs Of London, um jogo exclusivo para a PSP, é uma cópia descarada do Grand Theft Auto. E mais, caso alguém se pergunte, eu já tinha o Gangs of London ANTES de possuír qualquer GTA- Aliás, muito antes, visto que só este ano, nesses últimos 2 ou 3 meses é que começei a jogar GTA e o Gangs of London eu já tinha desde o fim de 2008.

Prosseguiremos então!

A história do jogo decorre no submundo criminal Londrino, relatando que Londres ficou divido em seis áreas diferentes (Não se preocupem, no modo Free Roaming que vou falar mais á frente é possível jogá-las todas como uma só) e cada uma delas está em controlo de seis violentos gangues:

A firma Morris Kane, que são os “velhos mafiosos” agressivos, porém organizados… Tipo The Godfather.

A organização Zakharov, um bando de russos que andam com carros blindados pelas ruas de Londres.

A Traíde Dragão de Água, Chineses provavelmente importadores de fakeformers que infelizmente não lutam com artes marciais, ao contrário do que possa soar.

A equipa EC2, os gajos “gangstas” afro-americanos que ficam o tempo todo a “rapar” e a dizer asneiras mais do que qualquer outro gang no jogo- O que não é facil.

Os irmãos Talwar, típico gang de rua xunga e barulhento que todos nós temos no nosso bairro, com a única diferença que aqui ao menos esse bando de xungas consegue algo da vida além de drogas e tabaco…

A assosiação Andy Steele, que é o unico gang não-jogável e não tem nada de especial além de carros e uniformes fixes.

Cada gang tem a sua personalidade distinta, as suas armas e os seus diferentes veículos. É irresistível chegar a refazer o jogo sem pelo menos fazer o modo história com todos os gangues. As misões dos gangues são, no geral, intressantes, mas mesmo assim um pouco repetitivas. Basicamente consistem em destruír carros inimigos, atacar lugares, defender membros dos gangues e matar líderes dos gangues inimigos.

O jogo perde MUITO na jogabilidade. Basicamente consiste em andar e disparar, sem menhum controle avançado e sem sequer o botão de salto. Sim, um jogo sem o botão de salto! Que $%#&@ é isso?

Claro, quando se controla diversos membros do gangue ao mesmo tempo é intressante, mas no geral não deixa de ser aborrecente. Aliás, o jogador pode apenas ter uma arma fixa sem poder mudar de armamento, o que fará estar constantemente a alternar de membro do gangue nas missões.

No freeplay o jogador pode saír por aí com um carro a atroplear pessoas pela rua, a roubar carros ou a procurar placas escondidas pela cidade (Necessárias pra completar o jogo a 100%). Infelizmente não são muitos os veículos que o jogador pode usar no freeplay, não existindo certos veículos do modo história. Verdade seja dita, é pena veículos que podemos roubar por tempinho limitado em certas missões como a ambulância, a carrinha blindada da primeira missão ou o camião de bombeiros não estarem disponíveis para o jogador poder desfrutá-los enquanto passeia por Londres. Aliás, agora que refiro os veículos, importante será avisar que só existem carros e camionetas (E também uma carrinha… Do lixo. Ieca.), ou seja, nada de motas, barcos, helicópetros ou aviões, o que realmente é chato.

O  jogador pode escolher no freeplay a sua arma, o seu personagem e o seu veiculo inicial… O que, mesmo que posso soar bom, não retira do jogo a chatice principal de que, no modo de free roaming, sempre que se bater num carro da polícia, disparar para um ou matar pessoas feito um psicopata, excusado será dizer que a polícia de Londres vêm atrás do jogador…  Só que, ao contrário do GTA onde o jogador pode livrar-se dos polícias de diversas maneiras, aqui eles presseguem o jogador até á morte, e não irão descansar enquanto não estiver morto. Claro que o jogador pode despistar os polícias se conseguir um carro super rápido, mas logo um pouco mais á frente deles volta a aparecer outro carro da Polícia que presegue o jogador de novo! E mesmo que o jogador acabe com os polícias, continuarão a aparecer mais e mais até estourar o limite de spawn de veículos naquela secção do mapa…  E voltarem a aparecer, se o jogador andar mais um pouco. Ou seja, pelo que eu fiz agora soar o modo de passeio livre é totalmente ridículo e desnecessário, certo? Nada disso! O intressante desse modo é que reproduz Londres AO DETALHE exacto, com todas as ruas, estradas e becos na localização correcta. Claro, não com todo o detalhe com cada loja, semáfero e tampa de esgoto no local correctinho, mas quem já tenha estado em Londres (E falo por expriência pessoal, mais do que quatro vezes… Aliás, acho que já perdi a conta se foram cinco ou seis) provavelmente reconhecerá os lugares sem problemas. E claro, os monumentos mais importantes como o Big Ben, o London Eye, a London Brige e a torre de Londres (Embora não acessível devido ás muralhas, mas ainda existente), o planetário e muitos outros estão presentes no jogo, tanto como existem missões bónus dedicadas especificamente a passear por Londres e fotografar esses lugares.

E só a habilidade de explorar londres ao detalhe por si já compensa todos os outros erros grotescos.

Com certêza, também existem as missões extras de taxistas, polícia, algumas ao estilo Rampage simplesmente para quem gosta de causar pânico e até uma mini-storyline com umas 10 missões de caça zombies! E também existem missões ao estilo de salão, com snooker, bowling e arcade, que realmente dão um toque intressante ao jogo.

Aliás, intressante ver que ao contrário do GTA onde o jogador carrega o jogo e depois vai indo para os diveros lugares do mapa para efectuar as missões e sub-missões bónus, aqui o jogador carrega o jogo e em vêz de ter que andar meia-hora por Londres de ponto em ponto para efectuar missões (E confiem em mim, o mapa de Londres é tão brutalmente grande que pode chegar a levar verdadeiramente meia-hora para ir de uma ponta á outra) aqui o modo de “free-play”, as missões da história e as sub-missões estão separadas por categorias no menú principal, o que por si disfarça afasta mais do rotulamento de ser considerado uma cópia de Grand Theft Auto. E finalmente (O que normalmente customa vir primeiro, mas com tanta coisa pra falar acabou por ficar em último) os gráficos são bastante aceitáveis para um típico jogo de PSP, muito melhores do que bastante outras porcarias por aí nas lojas. Ainda será intressante falar que infelizmente os carros não têem rádio, o que é pena. Tudo o que se houve durante o jogo é a musica tema de cada gang… Que verdade seja dita, não é nada má, encaixando-se perfeitamente no ambiente do jogo.

Os carros também são bem trabalhados, embora os danos não sejam tão bem trabalhados como em certos jogos de carros. O jogo simplesmente programa pra se irem estragando quanto mais se batem, significando que o dano é basicamente extrior em qualquer parte do carro, podendo acontecer coisas como bater de frente com o carro, ficar tudo intacto e perfeitinho á frente e atrás o vidro racha.

Sim, estúpido… Mas mais uma vêz, não é nada de assim tão grave. Em menhum momento o jogador vai querer motivo para estragar os seus carros, visto que na maioria têm uma aparência tão intressante que chega a dar pena bater com eles ou abandoná-los na rua.

Gangs of London… Bem, agora que eu analizei, defacto tem muitos erros grotescos. Mas na época em que o recebi, precisamente em Londres lá por 2008, eu já me divertia com ele, e hoje ainda ainda me divirto bastante com este jogo. O jogo até tem sido bem aceite por compradores em sites de vendas de jogos, porém na época em que saíu chegou a receber algumas análises fraquinhas. Com certêza, para uma pessoa que esteja habituada com a centena de veículos diferentes do GTA e que não sinta menhum “carinho especial” pela 2ª melhor cidade do mundo (Apenas perdendo por pouquíssimo- Quase empatando- Com Los Angeles) deverá considerar este jogo uma porcaria massiva. Por outro lado, pra quem já tiver estado por Londres ou simplesmente queira conhecer melhor esta bela cidade têm aqui um exelente jogo á espera. Vou admitir, tem fortes defeitos. A verdadeira nota que merecia se não tivesse nada  a haver com Londres era um 6 á rasquinha- E ainda ia com muita sorte- Mas pelas memórias que me traz e pela felicidade de poder ficar a conhecer as ruas por onde eu ando da próxima vêz que for a Londres, nada é mais merecido que…

NOTA FINAL: 8/10

Um oito MUITO fraquinho, quase que eu estive para dar um 7… Mas escapou!

Grand Theft Auto é violência (Quase) gratuita que transforma as pessoas em Serial Killers?

Posted in Jogos on Junho 13, 2010 by henriquedematos

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Star Wars In Concert

Posted in Star Wars, Televisão e cinema on Março 23, 2010 by henriquedematos

Isto tem estado parado, defacto…

Meh, voltando á vida normal, acabei agorinha de vir do Pavilhão Atlântico- E advinhem o que eu fui ver? O título diz tudo: Star Wars In Concert! O tão esperado espetáculo que foi exbido hoje (22 de Março) aqui em Portugal e também será exbido amanhã (23 de Março). Para não ficar 100%  parado o blog, decidi fazer uma pequena análise ao concerto.

E qual é a minha opinião após esperar quase um mês para ver este espetáculo? Resume-se em uma palavra inglesa: Awesome!

Eu podia simplesmente terminar esta análise neste  parágrafo, dizendo apenas “É espetacular, vão ver e pronto!”, mas como embora eu bem tenha dito que seria apenas uma pequena análise, acho que após tanto tempo desapareçido os 2 ou 3 gajos que ainda teêm pachorra para visitar o blog para ver se já apareceram posts novos com certêza merecem mais do que isto. Então, fazendo uma análise um pouco mais profunda ao espetáculo, iremos primeiro analizar a esturtura geral do concerto.

O espetáculo, com 60 e tal membros da orquestra original de Jonh Williams é apresentado por Antonhy Daniels, a voz do carismático e exbicionista C3PO. Antonhy, entre cada música que é tocada descreve as diversas fases da saga, referindo em ordem cronológica da história dos filmes a vida de Anakin, desde a época em que ele era um pequeno escravo- Digo, ser humano em Tatooine até á época em que ele derrota o Imperador, furioso por torturar o seu filho e sacrificando a sua própria vida para acabar com o império que ele mesmo começou

Claro que enquanto a banda toca, atrás passam diversas cenas dos filmes (Algumas inclusive com diálogos) a demonstrar como o puto que trabalhava na loja de ferro velho se tornou o Lord Vader que todos conheçemos. A disposição da história, embora um pouco confusa, ficou no geral bastante bem colocada.

O concerto está dividido em duas partes: A primeira com a história de Anakin desde o Phantom Menace, com o seu encontro com Qui Gon Jim, a sua paixão pela Padmé e a espetacular luta em Mustafar até á sua resureição como Darth Vader- E depois uma breve pausa de 20 minutos para recuperar o fôlego de tão espetacular que foi este breve início.

Sem estar satisfeito com os primeiros momentos de emoção que serviram apenas de um mero engate comparado á segunda parte, depois do intrevalo é que a acção realmente começa. Os “efeitos especias” aumentam, com lazers por todo o lado e holofotes coloridos. O mega-ecrã por detrás da orquestra soa ainda mais fabuloso e é nesse momento que o público é fisgado por toda a saga. A emoção aumenta a cada música que passa, e a emoçionante narração de Anthony Daniels entre as músicas só fazem o público entrar cada vêz mais na emoção, no ritmo acelarado e ao mesmo tempo perfeito do espetáculo.

O final foi perfeito. Com a marcha imperial como desfeche e posso jurar que quando o público bateu palmas foram as mais longas que já ouvi na minha vida. Não cronometei, mas acho que a maioria, tal como eu, só pararam quando as mãos já estavam tortas, deformadas e a sangrar.

Star Wars: In Concert é mais do que um simples espetáculo. É mais do que ficar sentado feito pateta a ouvir música a tocar, é uma expriência única. Mal se entra na sala, passa-se a envolver-se no universo em si. O público viaja até há muito tempo atrás, para uma galáxia muito distante. Logo a emoção que o espetáculo traz para o público é imediatamente fabulosa!


Se ainda não foram ver e ainda consideram-se fãns de Star Wars, aconselho imediatamente, não importa em que lugar do mundo estejam, a correr para onde quer que seja o espetáculo mais próximo. E claro que, para melhorar ainda mais a expriência do espetáculo, tudo isto incluí uma pequena exposição com os fatos e objectos utilizados originalmente no filme e ainda uma lojinha de merchandise- Aconselho a passarem por lá, com algum dinheiro deu para levar uma T-Shirt, um livro sobre o concerto e ainda um sabre de luz keychain!

Então, abraços e fiquem bem!

Feliz natal e um ótimo 2010! (Primeiro post do ano!)

Posted in Notícias do blog on Janeiro 1, 2010 by henriquedematos

Devido á enorme quantidade de trabalho que eu tenho tido com o Transformers Blog nos últimos dias, eu não pude actualizar o HenriBlog… Portanto deixo já uma pequena postagem para o primeiro post deste ano:

FELIZ NATAL e BOM ANO NOVO para todos!

Quanto a actualizar mais o blog? Bem, eu tenho muitos artigos ainda em trabalho “pré-feitos”, como o artigo da história dos Sims, análises a jogos, uma review do filme 2012, etc… Ainda não sei quando tremino de os escrever (A maioria está mais ou menos a meio), mas já decidi: Da próxima vêz, antes de criar um post novo, em vêz disso concluío logo um post já escrito a meio!

Feliz 2010 para todos! :)

“Pára de brincar com a pistola, Henrique!”

Posted in Televisão e cinema on Novembro 26, 2009 by henriquedematos

Hoje aconteceu uma daquelas coisas de fazer qualquer fã/Fanboy/Nerd/Geek de Star Wars entrar em uma fã/Fanboy/Nerd/Geek Rage suprema.

Claro que nas categorias acima eu encaixo-me como fã, pois embora eu tenha visto todos os filmes, saiba o nome de grande parte das naves e personagens (Tudo graças aos jogos de Star Wars que eu jogo!), tenho todos os personagens da saga em action figures e na minha colecção de Star Wars tenho um Rancor gigante e um TIE Fighter rebelde gigante (Só “gigante” para ficar em escala com os action figures), mas mesmo assim eu considero-me uma pessoa sem conhecimento surficiente para ser um Fanboy, Nerd ou Geek.

Para isso eu tinha que ter lido os livros do Herdeiro do Império, saber todos os mínimos detalhes do quarto, do quinto e do sexto filme além de ter que detestar de coração o primeiro o segundo e o terceiro e necessitar de saber todas as histórias que andam por aí nesse “expanded universe” enorme de Star Wars. Enfim, qualquer dia eu chego lá…

Porém, o importante é que hoje eu fui com a minha mãe comer ao McDonalds. Ultimamente não tenho ido muito ao “Mac” e nem desfrutado dos seus Mac-FatSupreme Chessburgers, mas hoje era uma exepção: Depois dos brinquedinhos da Clone Wars de há algum tempo atrás, estão a fazer uma promoção nova de Star Wars, ainda mais fixe que a anterior! E isso inclúi uma Jedi Starfighter com um iman anti-gravitacional para “flutuar”, um R2d2 projector de carinhas dos personagens da saga (Que pode não ser assim tão awesome como o projector de filmes da Nikko do R2D2 em escala real, mas dá um bom gostinho á lá Star Wars na mesma!), o sabre de Luz do Anakin que muda entre azul e vermelho e até um sabre de luz de duas pontas do Darth Maul- Claro, isso entre muitos outros!!! F**KING AWESOME!!!!

E calhou-me o sabre de luz do Anakin e o projector de carinhas do R2D2. Quem diria?

E fiquei satisfeito, a comer os meus deliciosos oito McNugetts (Ao menos McNugetts não engordam! Bom, não á mesma escala que o Chessburger, claro…) e a analizar os brinquedinhos que calharam. Na mesa á frente estava um miúdo também chamado Henrique, como eu, e que também lhe tinha calhado um sabre de luz do Anakin, e que brincava alegremente com o seu brinquedinho. Enquanto isso, uma mulher (Provavelmente a mãe) que estava ao pé do rapazinho e preparava-se para saír enquanto remexia na sua mala provavelmente á procura da chave do carro, vira-se para o rapazinho e diz:

-Henrique, pára de brincar com a pistola e vem!”

E a óbvia respota do filho:

-Mas mãe, isto não é uma pistola, é uma espada…

E outra mulher que estava sentada á frente do rapaz, provavelmente uma tia pela vozinha e pelo aspecto, vira-se para o miúdo e diz:

-Então para ti isso é uma espada? He he…

E sim, essa supsota tia falou isso com aquele ar típico de “Ah, estas criancinhas são tão ignorantes…”. Pouco depois a mãe, a tia e o filho saíram da mesa, deixando-me sem palavras. Já vi sabres de luz a serem chamados de espadas lazers, mas PISTOLA??? O pior é que a mãe parecia ter uns 25 anos, época mais que surficiente para saber o que é um sabre de luz. E a tia? Fogo, ela tinha logo aspecto de ser precisamente dessa época, como pode não saber o que é um sabre de luz? Até a minha avó sabe!

E acho que esta foi de lonje uma das coisas mais “?????” que já vi neste ano: Dois adultos a chamarem um sabre de luz de pistola e a duvidarem de uma criança que estava certa! Claro, não que o sabre de luz seja uma espada vulgar, mas se a mãe chamasse o sabre de luz de espada, eu provavelmente não teria escrito sequer este post. Mas de onde raios a mãe tirou a ideia de que aquilo era uma pistola?

Fogo, se aquilo era uma pistola, isto aqui então até deve ser uma “espada lazer”:

Enfim, só fiz este post para realizar este pequeno desabafo. Este momento de ignorância pura, emobra tenha sido breve, realmente doeu-me no coração. Pelas palavras burras da mãe, essa era provavelmente uma mulher que não deveria fazer ideia de metade dos gostos do filho, e provavelmente também não deve saber o que é um Terminator, nem quem é o Jason Voohrees e provavelmente deve ser daquelas que acha que os Transformers são tudo um bando de robôs maus criados geneticamente em um labratório e que pretendem destruír a terra.

Santa burreza…

Alguém era capaz de dar aulas de cultura pop a essa mulher?

Já agora, vou aproveitar que fiz um post sobre Star Wars e postar também no meu antigo e abandonado Star Wars Hyper Blog! Ao menos assim o blog  já não fica 100% abandonado, fica só 99% abandonado…

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